Acompanhando The Maine pela sua tour no Brasil

Foto: Amanda Nakao
Pela quinta vez no país para a divulgação do seu álbum Lovely Little Lonely e com shows marcados em sete cidades, o Sincronias acompanhou o The Maine em três apresentações, São Paulo, Limeira e Brasília, para conferir de perto a banda que cada vinda para o Brasil conquista mais fãs e expande sua tour em busca de chegar até seu público.

Faz dois anos desde a última vista do grupo por aqui, para a série de shows desse ano a expectativa se mostrava muito grande entre os fãs, onde muitos são unidos pela ideia de 8123 (o número não possui apenas um significado ou algo definitivo, como já dito pelos próprios membros) e inúmeras pessoas estavam dispostas a percorrer o Brasil seguindo a turnê.

A jornada de acompanhar a banda começou um dia antes de sua primeira apresentação, onde alguns integrantes conversaram com o Sincronias


Com a primeira parada em São Paulo e casa lotada, o quinteto fez uma apresentação enérgica, palco devidamente inspirado em sua nova era, setlist que reune um pouco de toda sua discografia e a felicidade da banda que era reciproca, cada pessoa no Tropical Butantã respondia aos comando do vocalista John O'Callaghan, que parecia estar em casa, pulou na platéia, subiu em caixa de som e até se pendurou na estrutura fixa no teto da casa de show. O público não desapontou em nenhum momento, até no show de abertura comandado por Michael Richardson, que cantou músicas autorais e covers, um deles foi Take Me Dancing, música do The Maine, onde houve grande comoção dos presentes. O show na capital paulista foi em grade escala comparado ao que estava por vir no dia seguinte.

Foto por: Amanda Nakao

Foto por: Amanda Nakao

Foto por: Amanda Nakao

No domingo foi dia dos fãs pegarem a estrada, seja dividindo uma van em grupo, alugando carro, arrumando carona de última hora, cada um deu seu jeito para comparecer à apresentação em Limeira, no interior de São Paulo. O Bar da Montanha recebeu uma apresentação em versão reduzida da presenciada no sábado, porém não menos especial, pelo contrário, por ser mais intimista aquele foi um momento de maior conexão entre artista e público. O sorriso não saia do rosto de Kennedy Brock, Garrett Nickelsen, Jared Monaco, Pat Kirch e John, o vocalista que novamente interagiu ao máximo e jogava água nos fãs que se espremiam na grade para garantir a melhor visão do show. 

Na quinta eles desembarcaram pela primeira vez em Brasília, e foram recebidos calorosamente por fãs que esperam por esse visita por anos e mal podiam acreditar que aquele momento estava acontecendo. Sexta feira foi o grande dia dos brasilienses receber The Maine no Arena Futebol Clube, o show se assemelha com o de Limeira por ser mais intimista, mas os que estavam presentes tinham uma potência e felicidade nítidas em suas vozes ao cantarem cada música que parecia ampliar o local e multiplicar a quantidade de pessoas na casa, tanto que isso foi notado pela banda, a soma dos fatores que cercaram esse show contribuíram para a banda ceder e cantar a música Taxi, de seu novo álbum e pedida incessantemente pelo seu público, mas que não tinha sido atendida até então.

Foto por: Julia Novaes

Foto por: Julia Novaes

Foto por: Julia Novaes

Com volta já prometida, a banda faz jus ao seu crescimento a cada vez que se apresentam por aqui, sendo uma banda independente e que os próprios dizem que só estão onde estão por conta dos fãs, podemos esperar por um futuro promissor se depender dos que os apoiam, aliado do seu desempenho em composições cada vez mais maduras, álbuns bem produzidos e esforço e prazer pela tarefa que realizam. 

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